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sexta-feira, 26 de abril de 2013

Fallen in the library #8 As últimas lembranças


Autor: J. S. de Moraes e N. M. Brudeki
Editora: Highlands
Gênero: Ficção/drama/policial
Páginas: 412
Ano: 2013
País: Brasil
Sinopse: Não se engane o leitor se, ao ler os primeiros capítulos, pensar que se trata de um tema meramente religioso. Na verdade, o livro explora uma alternativa para a historia Cristã relacionada com a traição de Judas, ao mesmo tempo em que apresenta ao leitor um mundo de negociatas e conluios que resultam em crimes e perversões dentro da maior religião do mundo. Ângelo precisa manter o coração aberto, confiar em seus próprios instintos e ter a esperança de que, ainda, pode ser encontrado o melhor do ser humano. É o único modo de cumprir suas missões: a primeira, recebida pelo Mestre, e a segunda, em desvendar quem é o ardiloso idealizador e autor por trás dos eventos criminosos ocorridos no passado e no presente. (para ler a sinopse inteira, acessem o site da editora) 
Apesar de não ser cristã, o livro me chamou muita atenção, pois achei a premissa bem parecida  com Anjos e Demônios, bem, a única semelhança é a relação Vaticano X Ciências.
As últimas lembranças é um livro muito intenso e longo, é incrível a quantidade de coisas que acontecem e as diferentes emoções que a história provoca, chorei de rir em algumas partes e fiquei super triste em outras.
A narrativa dos autores é muito fluida, envolvente e clara, mesmo com a grande quantidade de acontecimentos, se torna fácil acompanhar tudo, tanto nas cenas mais cômicas como nas mais pesadas. Outro ponto positivo para eles foi o suspense criado no final do livro, fiquei realmente tentando encaixar as peças enquanto lia e ficando louca até conseguir descobrir tudo. 
O personagem principal, Ângelo Gabriel, é tão engraçado e sem noção, às vezes, além de ter um coração de botar inveja em muito cristão por aí. Outro personagem que eu gostei MUITO foi Maria Madalena, gente, aquela mulher é demais, até  Cristo obedecia o que ela mandava.
Quanto ao trabalho de diagramação, eu gostei bastante da capa, ela é simples, mas tem um bom apelo visual e ligação com a história (agora que me toquei que acho que sei de quem é a mão, enfim). Teve alguns problemas com erros no livro, mas já conversei com o autor e ele consertou tudinho, então quando vocês forem ler, não terão este problema. O único ponto negativo pra mim do livro foi o tamanho dos capítulos, acabaram ficando um pouco grandes demais.
Bem, não vou ficar puxando muito saco do livro não, isso seria chato! Leiam, sejam vocês cristãos (desde que não sejam muito bitolados no que contam pra vocês, por favor, né?) ou não-cristãos, acredito que vão se divertir bastante e se emocionar também.

Por sinal, amanhã, colocarei no ar uma promoção do livro, então, fiquem ligados, ok?
Beijos

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Comportamento #4 Por que todos deveriam acreditar na mesma coisa?

Lembram no post sobre homossexualidade que eu achava uma besteira a pessoa se importar tanto com o que a outra fazia ou não? Pois bem, o detalhe aqui é o mesmo, só muda o tema. 
Segunda quando entrei no facebook, um dos amigos tinha postado uma coisa evangélica e me marcado, eu falei que não sabia por que ele me marcou, todo mundo que me conheça sabe que não gosto dessas coisas, e ele disse que eu precisava daquilo. A questão aqui é: EU NÃO PRECISO. E essa é a segunda fez que discuto com os amigos evangélicos do meu namorado por causa disso, tirando as outras vezes com pessoas diversas.
Acho um absurdo que achem que pra eu ser feliz tenho que acreditar na mesma coisa do que eles, senão eu sou a errada, a maluca e a ignorante. O argumento que mais usam é que eu não conheço o que tô falando, mas o fato é que passei muito tempo estudando sobre várias religiões até chegar a condição que estou agora, de acreditar sim em Deuses (não acho que seja um exclusivo, seria problema demais pra ele/ela cuidar), mas ter uma ENORME aversão à organizações religiosas pelo simples motivo de que pra mim elas só servem pra poder pros líderes. Só que eu não fico enchendo a paciência de ninguém pra abandonar sua religião e ser como eu, cada um faz o que quer, simples. 
Porém (sempre tem um porém ou seria fácil demais), grande parte dos evangélicos protestantes que eu conheço tem a mania de não se conformarem por eu não acreditar e não seguir a bíblia. Meu namorado diz que eu sou muito agressiva com eles e não falo dos católicos, mas, gente, católico nenhum nunca me encheu o saco com essas coisas.
Pra terem uma ideia, tenho uma amiga católica e um evangélico já chegou a perguntar pra ela como conseguia ser minha amiga se sabia que eu iria pro inferno, tipo, pra que isso, veio? Se ela é minha amiga, é porque sabe que sou uma boa pessoa (geralmente, mas sei que é difícil acreditar) mesmo não sendo cristã, ué.
Eu realmente queria mais que as pessoas, se for pra pensar que eu vou pro inferno, não ligasse pra isso. Sejam egoístas e pensem assim: "é ela que vai pro inferno, não me importo", será bem mais fácil do que tentarem me convencer de uma coisa que pra mim não vai mudar. Até por que, gente, sou uma bacharelanda (isso existe?) em Química, eu não vou aceitar que o homem veio do barro. Mas isso também não quer dizer que eu vim do macaco, ok? Darwin nunca nem falou isso, de onde tiraram esta coisa?!

Alguém tem alguma ideia do por que insistirem tanto que todo mundo tem que acreditar na mesma coisa pra ser certo? Deixem suas opiniões nos comentários, ok? (mantenham o nível de respeito e nem tentem me converter a nada, por favor, né? era só o que me faltava). Se quiserem contestar algo, terei prazer em conversar sobre o assunto desde que tenham argumentos válidos (claro).

Beijos e até amanhã.

PS.: Se algum seguidor de religião se sentiu ofendido, sinto muito, não era a intenção ofender pessoalmente ninguém, o fato de eu ter aversão às organizações não que dizer que destrato seus seguidores, como disse, cada um segue o que quer.