sexta-feira, 26 de julho de 2013

Fallen in the kitchen #11 - Batata gratinada com bacalhau

Oi, gente.
Ontem, enfim tive tempo pra testar uma receita que já estava com vontade a muito tempo: Batatas gratinadas. Pra acompanhar, o melhor peixe do mundo (não sei como o Jeff não gosta disso): bacalhau.
A receita é bem simples, você vai precisar de:

2 batatas grande, sem casca, cortadas em rodelas de mais ou menos 1 dedo de espessura, cozidas al dente.
1 1/2 xícara de chá de molho branco
Queijo mussarela ralado a gosto
Bacalhau dessalgado, sem espinha, em lascas grandes, cozido
1 xícara de chá de azeite

Modo de preparo:
Cubra o fundo de um refratário com uma camada de molho branco, coloque uma camada de batatas, cubra com o molho e com queijo ralado. Continue fazendo camadas até utilizar todas as batatas, terminando com o molho branco. Leve ao forno à 220 graus para gratinar.
Enquanto a batata está no forno, pegue uma frigideira média, coloque um pouco de azeite, apenas o suficiente para formar uma camada homogênea e fina no fundo, e frite as lascas de bacalhau até dourarem. Repita o processo adicionando azeite sempre que a frigideira "secar", até fritar todas as lascas.

Serve 2 pessoas.
Se preferir, vocês podem acompanhar com arroz branco, o que eu acho absolutamente desnecessário, mas é com vocês.

Beijos...


terça-feira, 23 de julho de 2013

Fallen in the closet #15 Esmaltes Impala (parte 2)

Oii, gente!
Bom, hoje vim falar dos esmaltes Impala que completam o kit da promoção do O Dia. (vejam a primeira parte AQUI!)

Camelo



Esse esmalte é um curinga pra quando não se quer chamar atenção alguma pras unhas. Bom, pelo menos no meu tom de pele, ele fica como um nude. O ruim, assim como os que falei na última coluna, é que o esmalte é super ralinho, precisa de umas 3 camadas pra ficar uniforme.

Cobertura Matte


Este esmalte promete um efeito fosco, na internet, achei fotos lindas feitas com ele, mas quando usei, o efeito não funcionou. Não sei se foi erro da manicure na hora de passar já que ela nunca tinha usado-o, então irei testá-lo novamente.

Em linhas gerais, gostei bastante do kit, tem esmaltes pra todos os gostos e ocasiões. Em breve, colocarei no ar a promoção para que vocês possam testá-los, ok?
Beijos

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Fallen in the kitchen #10 Pip! - Eu Quero!

Oi, gente!
Como falei num outro post, a rotina de faculdade-curso-cupcakes tá acabando com o meu tempo, por isso, não tenho conseguido postar muito aqui no blog e muito menos testar novas receitas, o que faz com que a Fallen in the Kitchen fique ainda mais sem atualizações que as outras colunas.
Hoje, o assunto que resolvi falar com vocês não é uma receita, mas uma nova rede social que está surgindo por aí: Pip!
Tava lendo umas coisas no site da Exame outro dia e acabei achando uma notícia sobre uma rede social feita por dois catarinenses especializada em gastronomia.
O site funciona como uma mistura de Facebook (você pode curtir e compartilhar as receitas), Twitter (você tem seguidores e posta as receitas como se fossem tweets mesmo) e Instagram e você ainda pode fazer sua lista de compra ou usar as que o site disponibiliza pra determinadas ocasiões.
Ainda não testei nenhuma das receitas de lá, mas já vi muita coisa que parece ser deliciosa, então, fica a dica pra vocês.

Beeijos
Até depois!

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Fallen in the Library #12 Estilhaça-me

Título original: Shatter me
Autor: Tahereh Mafi
Editora:Novo Conceito
Gênero: Sobrenatural/Romance
Páginas: 302
Ano: 2012
País: Estados Unidos
Sinopse: Juliette não toca alguém a exatamente 264 dias. A última vez que ela o fez, que foi por acidente, foi presa por assassinato. Ninguém sabe por que o toque de Juliette é fatal. Enquanto ela não fere ninguém, ninguém realmente se importa. O mundo está ocupado demais se desmoronando para se importar com uma menina de 17 anos de idade. Doenças estão acabando com a população, a comida é difícil de encontrar, os pássaros não voam mais, e as nuvens são da cor errada. O Restabelecimento disse que seu caminho era a única maneira de consertar as coisas, então eles jogaram Juliette em uma célula. Agora muitas pessoas estão mortas, os sobreviventes estão sussurrando guerra – e o Restabelecimento mudou sua mente. Talvez Juliette é mais do que uma alma torturada de pelúcia em um corpo venenoso. Talvez ela seja exatamente o que precisamos agora. Juliette tem que fazer uma escolha: ser uma arma. Ou ser um guerreiro.

Esse foi um livro marcado por extremos, no início, odiei profundamente a autor e quase desisti do livro; no final, não queria que o livro acabasse. O motivo de eu ter odiado tanto o início do livro foi a narrativa: as frases quebradas, riscadas que mostravam ideias que ela mesmo não aceitava ter e o pensamento confuso da Juliette me irritou profundamente. Conforme o livro vai passando, a personagem começa a ficar menos neurótica/idiota e a narrativa flui mais naturalmente e a me envolver mais.

O enredo do da narrativa não pode ser chamado de original! Sim, Juliette é basicamente a Vampira dos X-men numa terra do futuro! E não é só isso de coincidência não... (aquela hora que tenho q me segurar pra não dar spoiler =/) Eu gostei do enredo, mas não tinha como não ficar comparando...
Entre os personagens, não consegui ter nenhum preferido, ninguém me conquistou neste nível, mas gostei bastante do Adam, ele é muito esperto e, gente, o cara passou a vida atrás de uma menina que podia matá-lo só por tocar nele, além de uma grande loucura, também é bem fofo!
A diagramação do livro tá bem bonita. Além da capa lindíssima, todo início de capítulo tem um detalha de "vidros quebrados", as letras são de um ótimo tamanho e não me lembro de nenhum erro gritante de revisão.

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Fallen in the library #11 Eu sei o que você está pensando

Título original: Think of a number
Autor: John Verdon
Editora: Arqueiro
Gênero: Ficção/ Policial
Páginas: 339
Ano: 2010
País: Estados Unidos
Sinopse: Uma carta perturbadora chega via correio com uma simples declaração ao final: "Veja como conheço seus segredos - apenas pense em um número." Errará quem pensar que uma carta dessas chega a seu destino final apenas por obra do acaso. Para o detetive aposentado da polícia de homicídios da cidade de Nova York, Dave Gurney, que está formando uma nova vida ao lado de sua esposa Madeleine, as cartas começam a deixar de ser estranhas para se tornarem um complicado quebra-cabeça que levará a uma enorme investigação sobre assassinatos em série.
Ganhei esse livro de dia dos namorados ( Jeff, te amo!!!), em uma semana ele já estava lido e marcado como meu livro favorito!
O enredo criado pelo John foi extremamente original e envolvente, minha cabeça doeu tanto quanto a do Dave tentando descobrir quem era o assassino, mudei de opinião umas 3 vezes e só descobri o certo duas folhas antes de ser realmente revelado ( o que foi um milagre já que quase sempre descubro beeem antes).
O final do livro não foi bem o esperado, quer dizer, eu fiquei ainda esperando acontecer algo(alguma merda pra ser mais exata), sabe? O livro podia ter umas 20 páginas a mais que eu não reclamaria. Mal posso esperar pelos próximos livros da série (eles são independentes, mas são uma série).
O trabalho da Arqueiro foi lindo. Não lembro de nenhum erro de revisão, a capa chama bastante atenção e simboliza muito bem a história (não sei porque um monte de gente achou que fosse livro de psicoligia -.-) e as letras são de um tamanho agradável. A única coisa que não me agradou foi o fato dos capítulos começarem em qualquer parte da página, gosto quando eles começam sempre no início da página.
Quem gosta de livros policiais TEM, PRECISA, NECESSITA ler este livro, acreditem em mim!

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Fallen in the closet #14 Esmaltes impala (parte 1)

OI, gente!! Tudo bem com vocês?
Dei uma sumida do blog recentemente porque essa rotina de curso-faculdade-cupcake tá me deixando maluquinha! Prometo fazer de tudo pra atualizar o blog o máximo que eu puder e da melhor maneira.
Algum tempo atrás, o jornal O Dia fez uma promoção onde trocávamos uma cartela de selos por esmaltes da Impala, eu troquei por duas cartelas, um kit pra mim e outro pra vocês! Farei a resenha dos 4 esmaltes em duas partes e depois postarei a promoção, ok?
Vamos a primeira parte:

Hippie Rua

A cor do esmalte é um roxo berinjela lindo, porém, como o produto é muito ralo e a cor escura, precisei passar três mãos de esmalte para que não ficasse falhado. O esmalte durou bem, mesmo com muitas camadas e algumas louças lavadas, ele descascou muito não.

Cajá Manga

A cor do esmalte é um amarelo bem aberto e tem purpurina dourada bem fininha que dá um efeito bem legal na luz. O esmalte também é bem ralinho, precisei de 3 mãos pra cor ficar perfeita, mas seca super rápido. Como a cor é muuuuito chamativa, melhor evitar pra ocasiões mais formais e que peçam mais discrição. 

Na semana que vem, farei a resenha dos outros dois esmaltes do kit e em breve a promoção ;)
Beijoos!


quinta-feira, 20 de junho de 2013

Fallen in the library #10 O próximo passo - Nas asas do amanhã

Autor: Beto Córdova
Editora: Novo Século
Gênero: Romance/ Sobrenatural
Páginas: 409
Ano: 2009
País: Brasil
Sinopse: Maria é uma advogada jovem, recém formada, de origem humilde, ambiciosa dentro dos limites de boa inclinação moral. Está crente que cedo ou tarde vencerá na vida, que ficará rica e livrará os pais e irmãos das dificuldades. Do enlace místico que nutre com estudos e práticas de ocultismo, parece ter certeza que está no caminho certo quando tem a chance de se tornar sócia de Alexandre Alvarenga - o advogado cuja boa reputação ultrapassa a estratosfera numa enxurrada farta e próspera...
No entanto, nas idas e vindas da realidade dum poder judiciário moroso, incompetente, corrupto, e com a soberba empinada gracejando pelo entorno, marchando triunfante sobre as finalidades da lei, obrigando a sociedade a viver no vácuo duma democracia de fachada, cedo Maria descobre que muitos são os caminhos tortuosos...

O próximo passo foi um dos livros mais contraditórios que eu já li. O início o livro é extremamente confuso, pois,apresenta quase todos os personagens da trama e de maneira beeem detalhada (e cara, é MUITO personagem), encontrei certa dificuldade de distinguir e guardar na memória cada personagem e isso fez eu quase desistir do livro. Depois dos capítulos iniciais, porém, o livro flui de uma maneira mais fácil e empolgante.
A segunda parte do livro é uma volta a um passado distante, além da vida atual dos protagonistas. A história em si é ótima, mas poderia ser melhor desenvolvia num livro a parte.
Achei a escrita do Beto muito melhor aqui (comparado com A Aliança), o discurso em terceira pessoa com o narrador onisciente funcionou muito bem para ele, bem mais claro e organizado.
A diagramação do livro pecou numa coisa que eu ODEIO: os capítulos não começam numa página separada, explicando melhor, quando um capítulo acaba no meio da página, o próximo começa logo a seguir e não na outra página. As páginas brancas e a letra pequena também não ajudou muito =/
Já a capa, eu simplesmente ADOREI! 
A revisão também pecou um pouco em alguns pontos, consegui notar erros de digitação e concordância ao longo do texto.
De qualquer forma, indico a leitura do livro. Gostei bastante dos temas e das ideias que o Beto abordou. Nós dois temos ideias bem parecidas sobre muitas coisas. Além disso, a pesquisa feita pelo autor foi muito grande e incrível, no fim do livro tem toda a bibliografia usada, para quem quiser saber mais sobre os temas.

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Fallen in the Studio #11 Progressivo dos Anos 60

Genesis


Em 1967 na cidade de GodalmingSurreyInglaterra. Os alunos Peter Gabriel (vocalflauta e percussão)Mike Rutherford (baixo) Tony Banks (tecladosguitarra) que ainda estudavam na Charterhouse School, formaram o grupo.A banda Genesis é considerada uma das mais importantes bandas de rock de todos os tempos. Sua carreira tem duas fases musicais diferentes. Na fase inicial, suas estruturas musicais complexas, instrumentação elaborada e apresentações teatrais a tornaram uma das bandas mais reverenciadas do rock progressivo na década de 1970.

Em 1968 o grupo lança o seu primeiro álbum From Genesis to Revelation, logo depois fazem um acordo com Jonathan King, um compositor e produtor. A banda gravou uma série de músicas reflectindo o estilo pop leve dos Bee Gees, de quem King era grande admirador, tendo King juntado estas músicas num álbum conceptual juntando-lhe arranjos de cordas.
O álbum foi um fracasso e a banda sentindo-se manipulada por King disse-lhe que se tinham separado, de modo a conseguirem quebrar o contracto que tinham com ele. Depois de um tempo o grupo continuou tocando em alguns lugares, logo depois consiguiram fazer um novo contrato com a Charisma Records. Em 1970 Anthony Philips deixa a banda, logo depois o grupo lança Trespass, em contra parte a saída de Phillips foi bastante traumática para os demais membros. Eventualmente os restantes membros reuniram-se renovando o compromisso com os Genesis e afastando John Mayhew no acordo, Steve Hackett e Phil Collins juntaram-se ao grupo após terem respondido a anúncios.

Depois de tudo isso vamos para o álbum mais marcante do grupo, que foi Invisible Touch de 1986.


Que de longe foi o maior sucesso de vendas do público, com mais de 20 milhões de cópias vendidas. As faixas mais interessantes para mim foram "Invisible Touch" (

Yes


Tudo começou em 1968 quando vocalista Jon Anderson encontra o baixista Chris Squire, em um clube noturno em Soho, chamado La Chasse, aonde Anderson trabalhava.  Os dois possuíam um interesse em comum por harmonias vocais e começaram a trabalhar juntos no dia seguinte.
O baixista tinha uma banda chamada Mabel Greer's Toyshop com Clive Bailey, Jon começou a cantar na banda. Foi chamado o baterista Bill Bruford, o guitarrista Peter Banks e por último o tecladista Tony Kaye. 
Após a entrada de Kaye, a banda passou a se chamar Yes. O nome foi sugerido por Banks, com o raciocínio de que a palavra iria se destacar em pôsteres publicitários. De acordo com Anderson, o nome foi aceito por ser uma palavra positiva. Essa é a primeira formação do grupo, que depois de algum tempo mais de dez. O primeiro concerto do Yes foi no East Mersey Youth Camp na Inglaterra no dia 4 de Agosto de 1968. Logo após, eles abriram para o Cream em seu show de despedida no Royal Albert Hall.
Depois disso o grupo lançou dois álbuns, sendo o segundo mais pretencioso pois eles chamaram a uma orquestra de trinta músicos. Agora chegando onde interesa no ano de 1972 o grupo lança o álbum Close To The Edge, que deu um enorme sucesso comercial e de crítica por todo o mundo e passou a possuir um dos shows mais populares da época.
  

Supertramp


Em agosto de 1969. Rick Davies então juntou-se aos músicos Roger Hodgson (vocalguitarra e teclados), Richard Palmer (guitarra,balalaika e vocais) e Robert Millar (percussão e harmônica). A banda inicialmente chamava-se Daddy, tendo o nome posteriormente alterado para Supertramp, que ao pé da letra quer dizer "super andarilho", inspirado num livro de W.H. Davies, “The Autobiography of a Super-Tramp”. O Grupo foi um dos primeiros grupos de rock a assinar com A&M Records inglesa, depois de seu primero álbum ter sido um fracasso o guitarrista Richard Palmer e Robert Millar deixaram a banda.
Foram substituídos por Frank Farrell (baixo), Kevin Currie (bateria) e Dave Winthrop (flauta e saxofone). O álbum com esta formação, Indelibly Stamped, enfim trazia as marcas registradas da banda: as harmonias vocais entre Davies e Hodgson, e solos de saxofone. Mas também foi um fracasso de vendas, o que fez com que Miesegaes retirasse o patrocínio. Novamente o grupo debandou, restando apenas Hodgson e Davies. No final de 1972, convocaram o baixista Dougie Thomson, o baterista Bob Siebenberg e o homem que deu o toque final ao som do grupo, John Helliwell (saxofone e sopros em geral, vocais).
Chegando aonde interessa, em 1979 o grupo lança o álbum Breakfast in America que trouxe mais sucesso do que os outros álbuns.

Esse álbum vendeu mais de 18 milhões de cópias, as faixas que se destacaram foram "The Logical Song", "Take the Long Way Home", "Goodbye Stranger” que mostra um instrumental dançante, mas com uma pegada de rock (por mais que aqui tenha influência de blues e rock psicodélico).

Além do instrumental, o vocal é perfeito para esse tipo de rock. Com alguns climas mais calmos e outro mais progressivo. 
- Jefferson Arcanjo






terça-feira, 11 de junho de 2013

Fallen in the closet #13 Clearskin Loção Tônica Facial Adstringente da Avon.

Oi, gente! Como estão?
Eu sumi completamente essas semanas, mas é que minha faculdade (enfim) começou e acordar todo dia 4:50 da manhã está acabando comigo! Fiquei totalmente sem ânimo pra escrever, e também sem muito tempo. Mas enfim, vamos ao assunto de hoje...
Como já comentei aqui, minha pele é super oleosa, logo, tem uma tendência INCRÍVEL pra acne! Quando comecei a cuidar direito dela, um dos primeiros produtos que passei a usar foi a Clearskin Loção Tônica Facial Adstringente da Avon. 

O resultado foi ótimo, super controla a oleosidade da minha pele, a deixa super sequinha e sem brilho! Porém, com o tempo de uso, caso a pele não seja hidratada apropriadamente, pode ressecar e chegar até a descamar. 
O produto, assim como a maioria da Avon, é bem baratinho, paguei uns R$8,00 (eu acho) e dura muito! Eu uso toda noite (tá, não toda, tem dias que fico com muita preguiça) e meu frasco tá na metade ainda, deve ter uns 8 meses que comprei já.
No início, usava para retirar a maquiagem, mas acabava gastando muito, pois tinha que passar duas vezes. De uns tempos pra cá, passei a usar o desmaquilante antes, para retirar o grosso, e uso a loção apenas para uma limpeza mais profunda.

Alguém já usou o produto? O que achou!? 
Beijos

sábado, 1 de junho de 2013

Fallen around the World #2 Ciência Sem Fronteiras

Oi galera, aqui é o Gustavo, tudo bem com vocês?
Já imaginou ficar por um ano no país do seus sonhos pra estudar em uma das melhores universidades do mundo, e ainda fazer tudo isso e mais um pouco DE GRAÇA? Sonho? Coisa de outro mundo? Não, isso é real e é mais conhecido como o programa Ciência sem Fronteiras.


Mas afinal, o que é o CsF?
O Ciência sem Fronteiras é um programa do Governo Federal que tem como objetivo “promover a consolidação, expansão e internacionalização da ciência e tecnologia, da inovação e da competitividade brasileira por meio do intercâmbio e da mobilidade internacional“.
Ou seja: mandar estudantes de universidades brasileiras para o exterior (graduação e pós-graduação), com o objetivo de que estes alunos tenham contato com sistemas educacionais que irão trazer um diferencial para a sua formação e para o mercado brasileiro, melhorando os campos da tecnologia e inovação no país.
O estudante cursará dois semestres (um ano) em alguma universidade de excelência no exterior e terá que fazer um estágio/pesquisa em algum momento da bolsa. Isso fará com que a pessoa não só conheça mais ainda o meio acadêmico, mas também o seu mercado de trabalho.

E o que eu preciso fazer pra participar?
O estudante interessado no programa precisa: estar cursando a nível superior (faculdade) uma das áreas contempladas pelo programa; ter concluído no mínimo 20% da sua grade curricular e no máximo 90% dela; ter nacionalidade brasileira; apresentar perfil de aluno de excelência (baseado no seu bom desempenho acadêmico) e claro, ter fluência no idioma nativo do local que você deseja estudar. 

Ficaram interessados? Para mais informações, é só consultar o site oficial 

É isso ai pessoal, espero que tenham gostado e qualquer dia eu volto com mais alguma dica de intercâmbios/viagens pra vocês. Até!

terça-feira, 28 de maio de 2013

Fallen in the closet #12 Hidratante facial Avon

Oi, galera! Como vocês estão?
Resolvi fazer mais uma resenha de cosmético hoje (semana passada rolou a do Mousse da Aspa), mas dessa vez irei falar de um produto pro rosto que comecei a usar tem algumas semanas e estou gostando bastante.
Gosto muito dos produtos da Avon, são baratinhos e se adaptam muito bem à minha pele. Uso grande parte da linha de cuidados com a pele, vou falar sobre cada produtinho aos poucos, mas hoje vou focar no último que comprei.
Minha pele é MUITO oleosa, e eu (como a maioria das pessoas com esse tipo de pele) subestimava muito a necessidade de hidratação diária para este tipo de pele, usando apenas produtos de controle de oleosidade, eles acabaram fazendo minha pele ficar ressecada demais depois de um tempo e descamando, foi quando comecei a usar o Avon Care Fresh Gel -Creme Facial Hidratante.

Uso a versão gel-creme por ser oil free, hidrata sem deixar a pele sebosa. A textura do gel é bem gostosa, geladinha e firme, e a absorção é super rapidinha. O preço depende da campanha da revista, mas geralmente é muito baratinho (o meu custou R$8,00) e compensa, porque rende MUITO, uma pontinha de dedo (ÓTIMA maneira de explicar, Carol, parabéns -.- mas é o que vocês terão) dá pro rosto todo tranquilamente. Ah, o cheiro podia ser um pouquinho melhor, mas é tão fraquinho que não chega a incomodar em nada.

RESULTADO: Aprovadíssimo!

Então, meninas? Alguém já usou o produto ou algum outro da linha!? O que acharam? Usam outro que seria legal eu testar?! Deixem nos comentários!

Beeeijos :*


segunda-feira, 27 de maio de 2013

Fallen in the Studio #10 Heavy Metal e Progressivo em Alta.


Hoje vamos falar de três bandas que marcaram a década de 60, a primeira são os canadenses que tem um som entre o heavy metal e o metal progressivo. Já a segunda é considerada como uma das melhores bandas do metal, e a terceira e última veio direto da Alemanha e fez muito sucesso com seu som pesado e com um vocal melódico. 

Em agosto de 1968 na cidade de Toronto, no Canadá é formada a banda Rush.

 
O grupo é composto pelo baixista, tecladista e vocalista principal Geddy Lee, pelo guitarrista e backing vocal Alex Lifeson e pelo baterista,percussionista e letrista Neil Peart. A banda é conhecida pelas habilidades instrumentais de seus membros, composições complexas e letras ecléticas, que abordam pesadamente a ficção-científica, fantasia e filosofia, dirigindo-se a assuntos humanitários, sociais, emocionais, e ambientais.
A banda já ganhou um número considerável de Juno Awards, e foi adicionada ao Canadian Music Hall of Fame em 1994. Ao longo de sua carreira, os membros foram reconhecidos como sendo alguns dos melhores em seus respectivos instrumentos, com cada membro ganhando vários prêmios em diversas publicações especializadas. Como um grupo, Rush possui vinte e quatro certificações de ouro e quatorze de platina (três multi-platina) registrada. Segundo a RIAA, o Rush é o terceiro colocado nas estatísticas de vendas de álbuns consecutivos de ouro ou platina por uma banda de rock, atrás apenas de The Beatles e The Rolling Stones. O grupo também se classifica na 78ª posição de números de vendas de CDs nos Estados Unidos, com mais de 25 milhões de unidades.  Embora o número total de vendas não são calculadas por uma única entidade, a partir de 2004 várias fontes da indústria mundial estimaram as vendas em mais de 40 milhões de unidades.

Tudo começou quando em Setembro de 1968, com o baixista e vocalista principal Jeff Jones, o baterista John Rutsey e Alex Zivojinovich (guitarra e vocais de apoio), mais conhecido pelo nome artístico de Alex Lifeson. O irmão de Rutsey sugeriu o nome Rush, assim batizando e decretando. no mesmo ano, Jones foi substituído por um amigo de Lifeson, Gary Lee Weinrib – mais conhecido de Geddy Lee. Depois de várias reformulações na formação, o oficial foi feita em maio de 1971, constituída de Alex Lifeson, Geddy Lee e John Rutsey. 
Depois dessa longa história vamos direto ao ponto, o álbum que foi o ápice do grupo. Em 1981 com o lançamento de Moving Pictures.  Com esse álbum a banda ofereceu a moda de acessibilidade entre as músicas e um comercial rock progressivo, que fez com que a banda chegasse a uma fama enorme.


As faixas que se destacaram para mim foram “Tom Sawyer” (É a música mais conhecida da banda, além de ter um instrumental muito bom), “Red Barchetta” (Com um vocal bem marcante, além, claro, do instrumental impecável), “Limelight” (Com uma levada bem rock n’ roll, essa faixa levou boas críticas satisfatórias dentre ouvintes de rádio e fãs), e por ultimo “The Camera Eye” (Essa aqui tem um ato nível em sintetizadores que é bem legal outro ponto bem marcante é que essa faixa tem onze minutos de duração, muito bom).

Nossa próxima banda é o Judas Priest.


Formada em Birmingham, nos meados de 1969. Formada por originalmente Al Atkins (vocalista), K.K. Downing (guitarrista), Ian Hill (baixista) e John Ellis (baterista). O nome Judas Priest (baseado no nome de uma música de Bob Dylan, The Ballad Of Frankie Lee And Judas Priest) já havia sido usado por uma banda anterior de Atkins e Ellis, que logo sairiam da nova formação, dando lugar a Rob Halford (vocalista) e John Hinch (baterista)(baterista) e o guitarrista, Glenn Tipton (as guitarras dobradas seriam mais uma marca a ser imitada entre as bandas de heavy metal inglesas que se seguiram).
A banda Judas Priest pode ser considerada uma das precursoras do heavy metal moderno. O Judas Priest foi uma das mais influentes bandas de heavy metal dos anos 70 encabeçando a New Wave Of British Heavy Metal ou simplesmente NWOBHM(Nova Onda do Metal Britânico) no final da década de setenta. Tratou-se da primeira banda a unir o peso e temática violenta criados pelo Black Sabbath à velocidade de alguns grupos de rock como o Led Zeppelin, adicionaram uma frente de ataque com duas guitarras e também foram os responsáveis pela retirada do blues característico de grupos de hard rock britânico dos anos 70 formado pela tríade Led Zeppelin, Black Sabbath e Deep Purple. Foram também responsáveis pela adoção das roupas de couro com adereços de metal cromados e correntes advindos do punk rock entre os apreciadores de rock 
Em 1976 o grupo lança seu álbum de maior repercussão Sad Wings of Destiny.


O álbum é até hoje eleito por muitos como o melhor trabalho da banda. Foi talvez um dos mais pesados já realizados pelo grupo, e foi à entrada par a banda no mundo do heavy metal.  As faixas que mais se desatacaram foram “Victim of Changes” (Considerada por muitos como a melhora faixa do disco, além claro de ser o hino do estilo. O vocal com a junção do instrumental ficou perfeito), outra faixa também bastante legal é “The Ripper” (Com um dueto de guitarra na introdução, além de solos bem impressionantes), e por último as faixas “Tyrany”, “Island of Domination”,e “Dreamer Deceiver” que além de terem marcado a história da banda, também mostram o som do grupo.
  
E fechando com os anos 60, a banda alemã Scorpions.


No ano de 1965 em Hanôver, Alemanha foi fundada o grupo pelo guitarrista Rudolf Schenker, sendo a primeira banda de hard rock formado no país germânico. Tudo começou quando o guitarrista Schenker foi a procura de integrantes par uma banda, isso ainda na sua idade escolar. Um ano após a criação do grupo, ele deu o nome de "Scorpions", porque ajudaria o grupo a ser reconhecido internacionalmente. No começo ele também era vocalista do grupo, que era composto por Wolfgang Dziony (bateria), Karl-Heinz Vollmer (guitarras) e Achim Kirshing (baixo).

Nos anos 1965 e 1967 no norte da Alemanha, a banda realizava shows tocando covers. Nos próximos meses, os Scorpions se dedicaram a fazer suas próprias composições, e ao contrário de outros grupos de seu país, suas letras são totalmente em inglês, porque era a única maneira de se tornarem conhecidos na Europa Ocidental. Em 1969 o irmão mais novo de Rudolf Schenker, Michael Schenker entrou na banda no lugar de Karl-Heinz, enquanto Klaus Meine se tornou o novo vocalista. Um ano depois, Lothar Heimberg substituiu Achim Kirshing no baixo. Em 1971 , o a banda gravou três músicas, incluindo "I'm Going Mad" e "Action", que foram lançados apenas na Alemanha. Após a pequena recepção positiva, assinaram um contrato de gravação em 1972 com o produtor Conny Plank, e lançaram seu primeiro LP, Lonesome Crow.

Depois disso banda entrou em turnê por 136 dias em algumas cidades da Alemanha Ocidental, abrindo shows. Logo depois Schenker sai da banda, o grupo ficou um pouco parado. Em 1973, Rudolf e Meine, os únicos remanescentes do Scorpions, convidaram Roth a entrar na banda como guitarrista como na última turnê, mas ele rejeitou a proposta, preferindo ficar na sua própria banda, Dawn Road. Rudolf estava muito entusiasmado em trabalhar com Roth, mas com menos espírito de "reviver" os Scorpions, ele juntou-se a sua banda como um membro ativo. Os outros membros da banda eram o já mencionado Uli Jon Roth na guitarra, além de Jurgen Rosenthal na bateria, Francis Buchholz no baixo e Achim no teclado. Apesar de não querer voltar para a antiga banda, Roth convence Klaus Meine a entrar no grupo. Apesar de ter mais membros do Dawn Road do que do Scorpions, eles decidiram continuar usando o nome do último, por ser mais conhecido no cenário musical alemão.

Em 1974, o grupo assinou um contrato com a RCA Records e lançou quatro álbuns, Pulando um pouco no tempo. Em 1984 veio o maior sucesso da banda, tudo isso graças ao álbum Love at First Sting, que ganhou platina tripla nos Estados Unidos.

 
O álbum vendeu tanto que só na França vendeu 1.700.000 cópias, conseguindo certificação de platina poucos dias após o seu lançamento no país. Varias faixas tiveram boa recepção dos fãs, transformando-as em clássicos do heavy metal e hard rock. As faixas que se destacam nesse álbum são “"Bad Boys Running Wild" , " Big City Nights " e “I'm Leaving You” (Que além de ter uma boa critica dos fãs, tem um instrumental muito bom com solos de guitarras e riffs muito bem executados), outra faixa bem legal é “Rock You Like a Hurricane" (Que ficou 26 semanas na Billboard Hot 100 e na revista Rolling Stone, além de ser um dos clássicos da banda), e por ultimo que também se destaca a "Still Loving You" (Uma canção expoente fundamental do estilo de balada que só na França vendeu 1.700.000 cópias, conseguindo certificação de platina poucos dias após o seu lançamento no país).
- Jefferson Arcanjo

terça-feira, 21 de maio de 2013

Fallen in the Studio #9 Heavy Metal e Hard Rock Britânico.


Hoje vamos falar sobre a tríade do Hard Rock  e Heavy Metal Britânico.
Black Sabbath.



No ano de 1968, em Birmingham, Reino Unido nascia o Black Sabbath. Com sua formação original composta por Ozzy Osbourne (vocais), Tony Lommi (guitarra), Geezer Butler (baixo) e Bill Ward (bateria). Embora o grupo seja considerado hard rock, Butler definiu o estilo uma vez como “um blues pesado e distorcido”. A banda é uma das pioneiras no heavy metal, tendo influências cruciais no desenvolvimento na definição do estilo.

Tudo começou em 1966, em Aston, quando o guitarrista Anthony “Tony” e o baterista William “Bill” Ward (ambos do grupo Mithology) encontraram um anúcio de um cantor que queria encontrar músicos para sua banda. O tal cantor era nada mais, nada menos que Jonh “Ozzy” Osbourne que já havia estudado com Tony. Ozzy decidiu levar até sua casa dois músicos que já havia tocado com ele na banda Rare Breed : o guitarrista Terence “Geezer” Butler e Jimmy Phillips.

Depois de um tempo o grupo escolheu o nome Polka Tulk Blues Band encurtado depois de Polka Tulk, nessa época seu repertório era principalmente blues. Mais tarde Clarke e Phillips deixam o grupo, o restante mudo o nome para Earth e o seu repertório passa ter covers de Jimi Hendrix, Blue Cheer e The Beatles.
Em 1968 é lançada a primeiro demo do grupo, com isso é ganho algum êxito no espaço de pubs britânicos que permitiu que o grupo fizesse o nome no exterior, também graças ao gerente Jim Simpson. Depois de um curto período, o nome da banda é mudado novamente, pois já havia outro grupo com o mesmo nome. A escolha do novo nome veio de Butler, um grande fâ do romance de “magia negra” e “terror’ de autores como Dennis Wheatley”. Butler tinha assistido a um filme de terror italiano do diretor I Ter Volti Della Paura (As Três Máscaras do Terror) de 1963, mas foi exibido na Inglaterra e nos Estado Unidos como Black Sabbath.

De lá pra cá muita coisa aconteceu, porém vamos ao que interessa. O álbum mais famoso da banda foi Paranoid de 1970, que foi lançado no dia exato da morte de Jimi Hendrix. Este álbum está na lista dos 200 álbuns definitivos no rock and roll Hall of Fame, e até hoje é considerado por ser um marco inicial do heavy metal.



Em minha humilde opinião esse é um dos melhores álbuns de heavy metal da história, desde primeira faixa até a última heavy metal, hard rock com bastante influência no blues. Algumas faixas se destacaram mais do que outras pelo menos pra mim, porem não tem do que reclamar do álbum.

Então vamos começar pela faixa de abertura “War Pigs” (Com um instrumental muito bom, além claro do tema), a próxima é um dos clássicos do Sabbath “Paranoid” (Particularmente adoro essa musica, curto muito o solo de guitarra, com uma boa influência do blues), “Planet Caravan” (Essa daqui é bem mais calma, tem uns instrumentos de percussão e vocal bem legal), “Iron Man” (Considerada por muitos com a melhor música do grupo, nem preciso dizer nada né ?), “Faires Wear Boots” (Com uma introdução memorável, show de bola) e “Electric Funeral”(Com riff bem marcantes, além da vocal do Sr Osbourne).

Deep Purple.
  

No ano de 1968 em Hertfordshire, Inglaterra é formada o Deep Purple. A banda passou por diversas mudanças de formação, além de um hiato de oito anos (1976-84). As formações do período 1968-76 foram comumente chamadas de fases I, II, III e IV. Sua segunda formação, a mais bem-sucedida comercialmente, contou com Ian Gillan (vocal), Ritchie Blackmore (guitarra), Jon Lord (teclado), Roger Glover(baixo) e Ian Paice (bateria).

Essa formação foi até os anos de 1969 a 1973, e foi reunida de 1984 a 1989 e, brevemente, em 1993. A marca do grupo é uma mistura de guitarra e teclado, com riffs simples e fortes e solos vigorosos. A banda também foi listada pelo Livro Guiness dos Recordes "como a banda com o som mais alto ao vivo no mundo", e venderam mais de 100 milhões de álbuns ao redor do mundo.

Tudo começou em 1967, quando o ex-baterista do The Searchers Chris Curtis conectou o empresário de Londres Tony Edwards para montar uma nova banda. O novo grupo de Chris iria ser chamar Roundabout, o primeiro músico a topar a ideia foi o tecladista Jon Lord, colega de Curtis nos The Flowerpot Men, onde também tocava o baixista Nick Simper.

No final dos anos 60, Chris decide sair devido a alguns problemas. Daí o grupo acha o guitarrista Ritchie Blackmore, que conhecia o baterista Ian Paice que trouxe um colega da The Maze Rod Evans para ser o vocal que estava faltando. Em fevereiro de 1968, depois de queimar pestana em uma lista de nomes que incluía o pomposo Orpheus, acabou vencendo o título da música favorita da avó de Blackmore: Deep Purple.

Com mais de sete formações o grupo lança em 1972 Machines Head, o álbum que mais marcou a carreira da banda, e que é considerado por muitos como o melhor.

 
As faixas que mais se destacaram pra mim foram “Highway Star” (Que começou a ser criada dentro de um ônibus, quando um jornalista perguntou como eles criavam suas músicas. Blackmore disse: "assim", e começou a tocar um riff agitado. Gillan entrou na farra e começou a improvisar uma letra: "We're on the road, we're on the road, we're a rock'n'roll ba-and!". Eu particurlamente gostei do seu instrumental), outra faixa bem legal é “Smoke On The Water” (Que conta a história interia da gravação do álbum, além disso essa a melhor faixa do disco, eu adoro esse riff) e por ultimo “Lazy” (Com um instrumental que da inveja,  curti todos os demais instrumentos, porém a guitarra virtuose pura).

 Led Zeppelin.


Em setembro de 1968, na cidade de Londres formava o grupo, que consistia no guitarrista Jimmy Page, o vocalista Robert Plant, o baixista e tecladista John Paul Jones e no baterista John Bonham. A banda é reconhecida como um dos progenitores do hard rock e heavy metal, com um som pesado de guitarra e com blues rock, o grupo se tornou destaque.

Tudo começou em 1966 quando Jimmy Page juntou-se a banda The Yardbirds, para substituir o guitarrista Paul Samwell-Smith. Junto com Jeff Beck criaram uma dupla e tocaram guitarra juntos, em outubro de 1966 Beck sai do grupo. No mesmo ano Page decidiu formar um novo grupo com Beck nas guitarras, Keith Moon e John Entwistle do The Who na bateria e baixo os vocalistas Steve Winwood e Steve Marriott também foram considerados para o projeto. O grupo nunca foi formado, embora Page, Beck e Moon tenham gravado uma música juntos em 1966, "Beck's Bolero”, em uma sessão que também contou com o baixista e tecladista John Paul Jones.

Em julho de 1968 em Luton College of Technology, em Bedfordshire. Os The Yardbirds fizeram seu último show, Eles ainda estavam empenhados em fazer diversos concertos na Escandinávia, para o baterista Jim McCarty e o vocalista Keith Relf autorizaram Page e o baixista Chris Dreja a usar o nome de "The Yardbirds" para cumprir as obrigações da banda. Page e Dreja começaram a tocar guitarra juntos. A primeira escolha de Page para um vocalista era Terry Reid, mas Reid recusou a oferta e sugeriu Robert Plant, um jovem cantor de Stourbridge que estava no Band of Joy e no Hobbstweedle. 14 Plant finalmente aceitou a oferta, recomendando o baterista do Band of Joy John Bonham.

Depois que Dreja saiu seu cargo foi ocupado por Jonh Paul Jones, que já havia tocar com Page. Os quatro tocaram juntos pela primeira vez em uma sala abaixo de uma loja de discos na Gerrard Street, em Londres. Antes de sair para a Escandinávia o grupo participou de uma sessão de gravação para o álbum Three Week Hero, de P.J. Proby. A faixa "Blues Jim" do álbum, com Plant na gaita, foi a primeira faixa de estúdio a apresentar todos os quatro membros do futuro Led Zeppelin. A banda completou uma turnê pela Escandinávia como The New Yardbirds, em 7 de setembro de 1968. Mais tarde, naquele mês, eles começaram a gravar seu primeiro álbum, que foi baseado em seus concertos ao vivo. O álbum foi gravado e mixado em nove dias, e Page cobriu os custos. Após a conclusão do álbum, a banda foi forçada a mudar seu nome após Dreja emitir uma carta de anulação, afirmando à Page que foi permitido apenas o uso do apelido de New Yardbirds para os concertos escandinavos.
O nome da nova banda foi escolhido, e considerou que Moon e Entwistle haviam sugerido que o supergrupo com Page e Beck cairia como um "balão de chumbo", uma expressão para resultados desastrosos. O grupo deixou cair o "a" em lead por sugestão de seu empresário, Peter Grant, de modo que aqueles não familiarizados com o termo não pronunciassem "leed". A palavra "balão" foi transformado em "Zeppelin", talvez um exagero de humor, e Page imaginou o nome como uma combinação perfeita de combustibilidade leve e pesada de graça. Depois dessa longa história, vamos falar do álbum que mais marcou a carreira do grupo. No ano de 1971 é lançado Led Zeppelin IV.



É um dos álbuns mais vendidos da história, com mais de 23 milhões de cópias vendidas somente nos Estados Unidos, e da sua enorme popularidade cimentou o status de superstars do Led Zeppelin na década de 1970.45 As vendas a nível mundial estimam-se para cerca de 37 milhões de cópias, sendo outro álbum que está presente na lista dos 200 álbuns definitivos no Rock and Roll Hall of Fame.

As faixas que mais se destacaram pra mim foram “Black Dog” (O instrumental e o vocal é bem marcante nessa música, perfeita), “The Battle Of Evermore” (Com a letra inspirada em O Senhor dos Anéis, essa aqui tem uma harmonia bem melódica), e também os dois grandes clássicos do grupo: “Rock and Roll” e “Stairway To Heaven” (Que foram considerados por muitos como as obras-primas do grupo).

- Jefferson Arcanjo